A segunda-feira, 21, promete ser agitada, em João Pessoa. Capitaneado pelo deputado petista Frei Anastácio, o MST – Movimento dos Sem Terra – prepara uma série de invasões de prédios públicos do Estado.
A razão pode ser qualquer outra – inclusive eleitoreira -, menos estabelecer diálogo, pois, na última semana, o governador Ricardo Coutinho (PSB) esperou o MST por duas horas, no Palácio da Redenção, para uma audiência, que terminou não ocorrendo por decisão do movimento.
Na Paraíba em que já se fez greve de fome em busca de uma conversa com o governador, os Sem Terra inverteram a lógica.
Na semana, como ato preparatório do que virá na segunda, o MST invadiu um prédio da Caixa Econômica Federal, na capital, causando tensão e prejuízos, sobretudo, nesse retorno de greve.
A luta do movimento, que tem muito mais a ver com o governo federal, que cuida da reforma agrária, é mais que legítima. O que a população não aceita é o método radical que se adota, invadindo e depredando prédios públicos, fazendo, muitas vezes, servidores reféns, e privando aqueles que necessitam do serviço público.
Blog do Célio Alves
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