Veneziano teve os direitos políticos suspensos por improbidade administrativa
Algumas lideranças do PMDB na Paraíba parecem não atentar para o fato de que os direitos políticos do pré-candidato ao Governo do Estado, o ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rego, estão suspensos e continuam defendendo a manutenção do seu nome para disputar a cadeira que, hoje, é de Ricardo Coutinho.
O deputado Gervásio Maia Filho afirmou que não é favorável a qualquer alternativa para disputar o Governo dentro do seu partido. Segundo o deputado, Veneziano é o nome mais forte dentro da legenda para disputar as eleições de 2014.
"Não temos condições de tentar buscar outra alternativa. O nome de Veneziano tem uma aceitação muito grande. Não temos motivos para pensar em outras possibilidades", declarou o deputado, que, apesar de defender o nome do ex-prefeito de Campina, entende que os problemas jurídicos podem se tornar empecílhos para o avanço do partido.
"Eu acredito que a justiça vai inocenta-lo. Em 2014 isso já será história passada. Não imagino que nas próximas instâncias a decisão será a mesma que foi tomada em Campina Grande", afirmou.
Outros líderes do partido já pensam na possibilidade de a legenda partir para um "plano B", e já começam a bolar estratégias para esta mudança de postura.
É o caso do vereador de João Pessoa, Fernando Milanez, que destacou que o PMDB tem grandes quadros em todo o estado, e que Veneziano é um dos nomes que deve ser considerado. "Hoje nosso candidato é Veneziano, mas amanhã é outra história", disse o vereador.
Milanez acredita que o partido consiga seguir unido em torno do nome que for escolhido em consenso em qualquer situação. "Entramos em agosto com problemas, com muitos conflitos. O Congresso Nacional tem que entregar à sociedade brasileira uma reforma política decente para que tenhamos, em 2014, uma eleição diferente das que tivemos até hoje", concluiu.
O ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rego (PMDB) teve os direitos políticos suspensos na semana passada por decisão do juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública de Campina Grande, Ananias Newton Xavier, que condenou o ex-gestor por improbidade administrativa em uma Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público Estadual. A decisão ainda cabe recurso.
Paraíba Já
O deputado Gervásio Maia Filho afirmou que não é favorável a qualquer alternativa para disputar o Governo dentro do seu partido. Segundo o deputado, Veneziano é o nome mais forte dentro da legenda para disputar as eleições de 2014.
"Não temos condições de tentar buscar outra alternativa. O nome de Veneziano tem uma aceitação muito grande. Não temos motivos para pensar em outras possibilidades", declarou o deputado, que, apesar de defender o nome do ex-prefeito de Campina, entende que os problemas jurídicos podem se tornar empecílhos para o avanço do partido.
"Eu acredito que a justiça vai inocenta-lo. Em 2014 isso já será história passada. Não imagino que nas próximas instâncias a decisão será a mesma que foi tomada em Campina Grande", afirmou.
Outros líderes do partido já pensam na possibilidade de a legenda partir para um "plano B", e já começam a bolar estratégias para esta mudança de postura.
É o caso do vereador de João Pessoa, Fernando Milanez, que destacou que o PMDB tem grandes quadros em todo o estado, e que Veneziano é um dos nomes que deve ser considerado. "Hoje nosso candidato é Veneziano, mas amanhã é outra história", disse o vereador.
Milanez acredita que o partido consiga seguir unido em torno do nome que for escolhido em consenso em qualquer situação. "Entramos em agosto com problemas, com muitos conflitos. O Congresso Nacional tem que entregar à sociedade brasileira uma reforma política decente para que tenhamos, em 2014, uma eleição diferente das que tivemos até hoje", concluiu.
O ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rego (PMDB) teve os direitos políticos suspensos na semana passada por decisão do juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública de Campina Grande, Ananias Newton Xavier, que condenou o ex-gestor por improbidade administrativa em uma Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público Estadual. A decisão ainda cabe recurso.
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